Temida quietude
De onde vim, dizem sobre vida
Pra onde vou, ouço sobre morte
Me perco em labirintos
Caminhos onde te sinto
Como se estivesse em minha frente, mesmo que esteja cego
Não poderei ser suficiente
Sentir falta de quem não o faz
Minha maldição é reconhecer as cicatrizes e aflições
Torná-las minhas
Quero curar, trazer vida
De onde vim, não sou ninguém
Pra onde vou, talvez vire um amalgamado
Uma mistura de amor e dor
Igual as estrelas que te levou
Nem a maior das distâncias pode apagar meu coração
Porque amar é como uma maldição