Rosa pútrida de sangue
As flores do presente, como hão de lembrar-me tua memória
Adiantaria um reencontro?
De todos, a morte me deu aquele riso insuportável
Mesmo não entendo sua partida, eu ainda sinto
Mesmo sem cortes, eu tenho rachaduras
E em carne viva, a minha tez queima de dentro pra fora
Esperando o dia que finalmente eu colapse
Quantas vezes mais morrerei até aprender a amar-te
O tempo novamente relembra um sonho antigo, recheado de sonhos vivos
Por isso você fez aquela promessa, sabendo que seria impossível cumprir?